domingo, 28 de novembro de 2010

De una historia triste nació este invierno que hoy canto. (8

Conto de inverno (...)
Ela tentava manter aquela mesma rotina, mesmo ninguem sabendo o que havia dentro de seu mundo, ela fantasiava o real para mostrar um belo sorriso pela manhã.
A caminhada era realmente dificil, assim admitia todas as noites. Era um caminho solitario e com perdas. De certa forma, com o passar das horas teve que aprender a se virar sozinha. Sua ilusão de melhorar, ja era perdida. Não caia mais, mas também não melhorava, apenas mantia a mesma melodia que teve que aprender a conviver conforme passavam-se as horas.
O relogio, parado no tempo mostrava quantas horas ela já estava do mesmo jeito, pensamentos frios, dizeres perdidos, sua respiração fina. O brilho em seus olhos, já não se via. Era como uma sombra que habitava numa floresta sem luz.
Já não tinha tanta força para ver algo bom, algo feliz. Se mantia ali.
Nos grandes momentos, onde ela precisava fazer algo extremo, ela ainda pensava em certas coisas que podiam mudar, mas vinha um subito ataque que mostrava que nada mudaria, que nada seria diferente.
Era uma caminhada perdida, cheia de pedras e penhascos, não havia como subir, mas também não se encontrava desvios.
O animo para pedir melhoras, desapareceu junto com muitos sonhos.


{as coisas não melhoram, engraçado o sarcasmo de tudo continuar na mesma não é... http://letras.terra.com.br/marta-gomez/1251792/}

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